Artigos
A humanidade há séculos vem evoluindo em sucessivos patamares de comunicação, dos folclóricos tambores indígenas até a internet... O engraçado é que as reações aos novos instrumentos é sempre a mesma. A TV vai acabar com o rádio; a internet vai acabar com o jornal; as redes sociais vão acabar com o marketing convencional. Ou então: TV faz mal para as crianças, é invasiva; o telemarketing incomoda; não aceito propaganda no Facebook... e assim por diante.
Desindustrialização e pesquisa
Escrito por João Vassalo
O termo desindustrialização tem sido muito utilizado ultimamente, mas nem todos entendem que a desindustrialização da qual se fala não é o fim das indústrias, mas sim o fim das indústrias brasileiras.
Reflexões sobre o câmbio
Escrito por Clóvis Abreu Vieira
A cotação R$/US$ tem escalado numa velocidade muito superior a que se poderia esperar, mesmo considerando a rápida deterioração das expectativas em relação à economia mundial. Não convém buscar apenas razões lógicas para isso, posto que a volatilidade prevaleça, sendo comum observar exageros, overshootings. De fato, a prevalecerem recentes patamares, o Real teria se desvalorizado no mês de setembro cerca de 17%, uma perda de valor que não se justificaria pelos fundamentos do nosso sólido balanço de pagamentos nem pelos fluxos cambiais observados.
Os smartphones subverteram a figura dos celulares. O que era um dispositivo que servia apenas para realizar ligações de voz se tornou um verdadeiro terminal de acesso a informações. Com isso, os dados pessoais que estavam presos dentro de seu mundo relativamente protegido entre PCs, redes e servidores agora está no ar e no bolso de qualquer um. Tudo fácil, simples, rápido e vulnerável.
O futuro já chegou
Escrito por Clóvis Abreu Vieira
Entre os elogios e as críticas à imagem de consistência macroeconômica sustentável do Brasil em um cenário mundial assolado por desconfianças e contradições, um ponto é pacífico: o dinheiro fluirá do exterior, até que o custo desse acesso se torne proibitivo, em decorrência de medidas drásticas a serem adotadas pelo governo.
Já reparou como as palavras fidelização e sustentabilidade se parecem? Quase sinônimas? Não existe Marketing sem ética, aliás, não existe gestão sem ética, aliás, não existe vida sem ética. O gestor de Marketing contemporâneo tem como primeiro item de sua agenda a satisfação do cliente, como aponta a moderna definição de Marketing, mais do que sua satisfação e fidelização, neologismo que se impõem cada vez mais. Fidelização, aliás, lembra muito outra palavra mágica de nossos tempos: sustentabilidade.
Perspectivas preocupantes
Escrito por Júlio MoroskyCirculam na mídia diversos comentários sobre projetos de reforma tributária, especialmente relacionados com alterações na tributação interestadual, visando a neutralizar a denominada "guerra fiscal". Cada vez que esses boatos tornam a circular, cresce a preocupação das empresas, porque, historicamente, os projetos elaborados pelo governo nas suas diversas formas somente se interessam pela distribuição das receitas, e não deverá ser diferente desta vez.
A normalidade que nos mata
Escrito por Eustáquio Palhares
O termo surgiu como um neologismo e rapidamente vem se espalhando entre os especialistas em saúde mental: normose ou normopatia. É quase autoexplicativo: a normalidade vista como uma disfunção ou patologia. Refere-se a comportamentos que se impõe por serem da maioria, o que não equivale a dizer que são corretos. Fatos, atitudes, condutas, comportamentos são sancionados ou aprovados porque se tornaram a prática da maioria.
A normalidade que nos mata
Escrito por Eustáquio Palhares
O termo surgiu como um neologismo e rapidamente vem se espalhando entre os especialistas em saúde mental: normose ou normopatia. É quase autoexplicativo: a normalidade vista como uma disfunção ou patologia. Refere-se a comportamentos que se impõe por serem da maioria, o que não equivale a dizer que são corretos. Fatos, atitudes, condutas, comportamentos são sancionados ou aprovados porque se tornaram a prática da maioria. Ou seja, o termo equivale a um tipo de esquizofrenia social, em que a avaliação do fato ou comportamento é menos importante do que a constatação de que ele é a prática majoritária. A maioria o exerce. Assim, ante alguma perplexidade pela evidente inadequação, retruca-se: "é normal" ou " é assim mesmo".
Perspectivas preocupantes
Escrito por Júlio Morosky
Circulam na mídia diversos comentários sobre projetos de reforma tributária, especialmente relacionados com alterações na tributação interestadual, visando a neutralizar a denominada "guerra fiscal". Cada vez que esses boatos tornam a circular, cresce a preocupação das empresas, porque, historicamente, os projetos elaborados pelo governo nas suas diversas formas somente se interessam pela distribuição das receitas, e não deverá ser diferente desta vez.





