Desenvolvimento
Além de ser um instrumento indutor do desenvolvimento econômico nacional e capixaba, beneficiando todos os elos da cadeia produtiva, a Vitória Stone Fair deste ano comprova a imagem do Brasil no mundo, pela diversidade de suas rochas ornamentais e por ser um ambiente favorável para a realização de novos negócios.
De acordo com dados do Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais (Centrorochas) no período de janeiro a dezembro de 2010 as exportações capixabas apresentaram uma variação positiva: US$ 683,5 milhões, o equivalente a 1.419.618 toneladas de rochas, um crescimento de 39,4%, se comparado com o mesmo período de 2009.
O Espírito Santo responde por mais de 70% das exportações brasileiras. O Brasil é o 8º em exportação de blocos e o 5º maior exportador de rochas ornamentais acabadas, com um mercado que movimenta bilhões por ano, incluindo a comercialização no mercado interno e externo e as transações de máquinas, equipamentos, insumos e materiais de consumo e serviços.
Rota do Mármore e do Granito
O potencial das rochas ornamentais capixabas atrai grandes negócios nacionais e internacionais para o Estado. O roteiro percorrido por compradores de pedras e profissionais do segmento forma a Rota do Mármore e do Granito, a primeira voltada especificamente ao turismo de negócios. Vinte e dois municípios compõem a rota: Vitória, Cachoeiro de Itapemirim, Barra de São Francisco, Nova Venécia, Ecoporanga, Água Doce do Norte, Pancas, Baixo Guandu, Vila Pavão, Muqui, Rio Bananal, São Domingos do Norte, Água Branca, Alegre, Atílio Vivacqua, Castelo, Conceição do Castelo, Linhares, Mimoso do Sul, Serra, Vargem Alta e Viana.
Vitória, com seu complexo portuário, consiste na principal via de exportação de blocos e chapas de pedras ornamentais do País. A Vitória Stone Fair exerce um papel fundamental para o desenvolvimento organizacional e tecnológico desse segmento, pois é nele que as empresas apresentam suas novidades.





