A programação conta com distribuição de camisetas e lanches, apresentação de uma peça teatral preparada por pacientes asmáticos sobre a doença e o sorteio de brindes.
A pneumologista e professora da Emescam, Faradiba Sarquis, orienta sobre o erro mais comum cometido por quem tem asma, que é tratar as crises e não a doença. Segundo a médica, por ser crônica, o tratamento é prolongado. Entretanto, medicamentos caros, que exigem atenção no manuseio e constantes visitas ao médico, complicam o acompanhamento da doença.
Por isso, orientação e conscientização são os melhores caminhos para o bom gerenciamento da asma. A Organização Mundial de Saúde estima que, atualmente, cerca de 100 a 150 milhões de pessoas sofrem de asma em todo o mundo. No Brasil, calcula-se que aproximadamente 10% da população seja portadora da doença.





