Durante o encontro, a comitiva participará do debate sobre o processo de logística do Porto de Dunkerque, promoção de troca de conhecimentos e transferência de tecnologias, buscando viabilizar a implantação do projeto Exporta+Marítimo. Representantes dos governos de Minas Gerais, Ceará, Rio Grande do Norte e Goiás também participam do evento.
Givaldo Vieira destacou os desafios enfrentados pelas micro e pequenas empresas capixabas na hora de exportar seus produtos individualmente. "O principal entrave na exportação para os pequenos empreendedores é o transporte dos produtos via contêiner. O segundo, é a padronização dos produtos para atender ao mercado. Então, para dar suporte ao segmento, o Governo vai criar uma estrutura para capacitar este grupo, que hoje soma 108 mil empreendedores no Espírito Santo", disse o vice-governador.
Com a visita técnica, a comitiva pretende compartilhar as responsabilidades e demandas, buscando como alternativa estabelecer e aprofundar a cooperação entre diferentes localidades de todos os continentes, com vistas ao desenvolvimento compartilhado de projetos, atuação em rede e, fundamentalmente, no intercâmbio de experiências e boas práticas de gestão.
A delegação chefiada pelo vice-governador é composta pelo diretor-presidente da Aderes Pedro Gilson Rigo; assessor da Companhia de Desenvolvimento de Vitória, Marco Godinho; os representantes da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) Marcus Bresciani e Marco Aurélio Marçal; conselheiro diretor do Conselho de Administração da Organização Brasileira das Cooperativas (OCB/ES) Odmar Péricles do Nascimento; presidente da Associação dos Municípios do Espírito Santo (Amunes) Gilson Amaro; deputada estadual representando a Frente Parlamentar Estadual de Apoio às MPEs Luzia Toledo; gerente do Centro Internacional de Negócios da Findes, Thiago Zecchinelli e o representante da Frente Nacional de Prefeitos José Luiz Capelini Carminati.
Cooperação Franco-Brasileira
A Cooperação Franco-Brasileira, assinada em 2005, É uma parceria internacional que visa o desenvolvimento econômico e portuário de seus territórios, para a construção de uma relação de confiança e de intercâmbio entre o Norte da Europa e o Brasil, graças às bases criadas nos portos brasileiros de partida e no porto de chegada.




